O começo de um novo ano sempre traz consigo uma tarefa essencial para indústrias e distribuidoras: o inventário de estoque. Mais do que uma obrigação fiscal ou contábil, esse processo é uma oportunidade estratégica para reorganizar materiais, identificar produtos parados e corrigir divergências acumuladas ao longo do período anterior.
No entanto, muitas empresas enfrentam dificuldades justamente na etapa mais básica do inventário: a organização e identificação dos itens. Sem uma etiquetagem adequada e suprimentos de impressão térmica confiáveis, a contagem física pode se transformar em um grande gargalo operacional.
Por que o inventário é tão importante?
Realizar um inventário no início do ano permite que a empresa tenha uma visão real de seu patrimônio armazenado. Com isso, é possível:
- Conferir se o estoque físico corresponde ao registrado no ERP ou WMS
- Identificar produtos com baixa movimentação
- Localizar itens próximos do vencimento
- Planejar compras com maior precisão
- Reduzir perdas e erros logísticos
Para que tudo isso aconteça de forma eficiente, é indispensável que cada produto esteja corretamente identificado.
Etiquetas: a base da organização
A etiqueta adesiva é o principal elemento de identificação dentro de um armazém ou linha de produção. É por meio dela que informações como descrição do item, código de barras, lote, localização e validade são apresentadas de maneira clara e padronizada.
Quando as etiquetas utilizadas durante o ano são de baixa qualidade ou sofrem desgaste natural, surgem problemas como:
- Impressões borradas ou apagadas
- Códigos difíceis de escanear
- Informações incorretas ou desatualizadas
- Caixas e pallets sem qualquer identificação
Essas situações elevam o tempo de conferência, geram retrabalho e aumentam consideravelmente o risco de divergências no inventário.
O papel fundamental dos ribbons
Tão importante quanto escolher a etiqueta correta é utilizar o ribbon adequado ao material e à aplicação. O ribbon é responsável por transferir a tinta para a etiqueta durante a impressão térmica, garantindo contraste e durabilidade.
No inventário de início de ano, as empresas costumam precisar de uma grande quantidade de “relabeling”, ou seja, reimpressão de identificações. Nesse momento, a escolha incorreta do suprimento pode comprometer todo o processo.
Alguns exemplos práticos:
- Etiquetas de papel exigem ribbons do tipo cera para uma impressão nítida e econômica
- Materiais sintéticos precisam de ribbons resina, que resistem a abrasão e umidade
- Aplicações mistas ou com maior exigência demandam ribbons mistos (cera/resina)
Utilizar ribbons incompatíveis resulta em etiquetas ilegíveis, impossibilidade de leitura por scanners e perda de rastreabilidade — algo crítico em auditorias anuais.
Rastreabilidade e logística interna
Em centros de distribuição movimentados, a identificação padronizada é o que permite a rastreabilidade dos produtos. Etiquetas com códigos únicos ou QR codes facilitam a localização rápida de materiais por endereço, lote ou período de validade.
Quando esse padrão não existe, o inventário se torna manual e lento. Equipes perdem horas procurando itens, conferindo caixa por caixa e digitando informações. Além disso, falhas na identificação de pallets e volumes logísticos prejudicam o fluxo de recebimento e expedição logo nas primeiras semanas do ano.
Planejamento de suprimentos evita paralisações
Um erro comum é subestimar o consumo de etiquetas e ribbons durante o inventário. Como o processo concentra um volume elevado de impressões em poucos dias, a falta de suprimentos pode paralisar completamente a operação.
Empresas que iniciam o ano com um estoque mínimo de materiais de impressão térmica garantem:
- Agilidade no inventário
- Continuidade na automação
- Menor necessidade de compras emergenciais
- Redução de custos operacionais
Ter diferentes tipos de etiquetas e ribbons disponíveis conforme o ambiente de aplicação é um diferencial competitivo importante.
Integração com sistemas de gestão
Atualmente, a maioria das empresas utiliza algum tipo de ERP, WMS ou sistema de controle interno. Para que esses softwares cumpram seu papel, é necessário que as etiquetas impressas sejam totalmente compatíveis com impressoras e leitores utilizados na empresa.
Impressões térmicas de qualidade asseguram altas taxas de leitura e permitem que o inventário seja realizado com coletores de dados, reduzindo erros que costumam variar entre 10% e 20% em processos manuais.
Comece o ano organizado
O inventário de início de ano não precisa ser um problema. Com uma estratégia de etiquetagem bem definida, etiquetas adesivas resistentes e ribbons apropriados para cada aplicação, indústrias e distribuidoras podem transformar essa tarefa em um processo rápido, preciso e seguro.
Investir em identificação térmica é investir em eficiência, rastreabilidade e redução de perdas ao longo de todo o ano que se inicia.
Se a sua empresa está se preparando para o próximo inventário, vale a pena revisar desde já seus padrões de etiquetas e garantir suprimentos de impressão à altura da sua operação.
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